Coletivo Híbrido

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Claro Escuro é uma contação de histórias com métodos simples de projeção manufaturada em tempo real, preenchendo as páginas de um livro em branco. Este processo é filmado e sua mixagem, ao vivo, é projetada em uma tela de fundo. São edições narrativas simultâneas, com múltiplos narradores e formas de narrar: o áudio orgânico, o vídeo, a metalinguagem do movimento. A exploração do ludo-onírico da cor, do corpo, do coro e da coreografia improvisacional regidos pelos poemas de Manoel de Barros. Exercitando o imagético do expectador através da oralidade tradicionalista e a tecnologia re-culturadora em sincretismo.

 
Sobre o grupo

O Coletivo Híbrido é a mistura das sementes criativas do Jardim Eléctrico e o Coletivo Contato. Formado por Ágatha Barbosa, Danilo Villa, João Filipe Meira e Marina Vecchione Ungaro juntos pesquisam culturas tradicionais e arte-tecnologia tendo base os processos narrativos e seus desdobramentos nas linguagens de performance, happening, intervenção urbana, áudio-visual, poesia, contação de histórias e arte educação.

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